quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Justiça acusa Sarkozy por financiamento ilegal na campanha de 2012


O ex-presidente da França e líder da oposição, Nicolas Sarkozy, foi acusado nesta terça-feira de financiamento ilegal na campanha eleitoral de 2012, por ter superado, quando era candidato à reeleição, o gasto máximo fixado pela lei francesa.

Ao término de um interrogatório que durou quase 12 horas, o político conservador foi declarado "testemunha assistida", um meio do caminho entre o indiciamento e a simples testemunha, pelos acusações de fraude, falsificação e abuso de confiança.

Essa segunda figura jurídica prevê que, embora não tenham encontrado provas suficientes contra ele, o ex-presidente pode ser chamado a depor em uma eventual acusação.

Seu advogado, Thierry Herzog, afirmou hoje à imprensa que, embora deva apresentar os recursos pertinentes, está satisfeito por ele não ter sido indiciado por essas últimas acusações e seu nome não ter sido manchado com essas práticas.

Mas no momento em que Sarkozy aspira ganhar as primárias de seu partido para voltar ao poder em 2017, esta nova acusação, que se soma à recebida em julho de 2014 de "corrupção ativa", tráfico de influência e acobertamento da violação do segredo profissional, são pedras no caminho de suas pretensões ao Eliseu.

O ex-presidente francês compareceu desta vez pelo "caso Bygmalion", um escândalo que foi batizado com o nome de uma empresa que emitiu faturas que somavam 18,5 milhões de euros para que a União por um Movimento Popular (UMP) assumisse gastos que eram na verdade da campanha eleitoral.

Os juízes querem esclarecer o papel que Sarkozy pode ter tido na elaboração dessas faturas.

Os magistrados suspeitam que os responsáveis pela campanha criaram esse sistema fraudulento para passar à UMP uma parte das despesas eleitorais com o objetivo de não superar os 22,5 milhões de euros permitidos pela lei.

Sarkozy reiterou diversas vezes que não havia ouvido o nome de Bygmalion até tempos depois dessa campanha, quando foi derrotado pelo socialista e atual presidente, François Hollande.

Em sua defesa, Sarkozy alegou também que nesse período ele não se ocupava dos detalhes porque devia se dedicar também a governar, já que disputava a reeleição.

O escândalo foi apresentado a princípio como um suposto desvio de recursos que afetava a direção do partido, que tinha assumido as multas de mais de meio milhão de euros impostas pelo Conselho Constitucional por ultrapassar esse teto legal.

Mas o caso deu um giro quando, em maio de 2014, o advogado do gabinete de comunicação, Patrick Maisonneuve, afirmou que a empresa tinha emitido as faturas para os comícios de Sarkozy.

"É difícil de acreditar, mas no entanto, juro, é a mais pura verdade: não sabia de nada dessa companhia até que o escândalo explodiu", insistiu o ex-presidente em seu último livro, "A France pour a vie", lançado em janeiro.

Contradisse essa afirmação um de seus gerentes de campanha, Jérôme Lavrilleux, que em outubro afirmou que tanto Sarkozy como "toda a cadeia de comando" sabiam das irregularidades.

Além de Lavrilleux há outros 12 acusados nesta causa, entre eles os dirigentes de Bygmalion, mas também vários do partido do antigo chefe do Estado, como o ex-diretor-geral Éric Cesari e outro responsável da campanha, Guillaume Lambert.

A imprensa francesa tem questionado agora como a estratégia política de Sarkozy pode sobreviver a essas duas acusações, apesar da presunção de inocência, em um momento em que sua autoridade está sendo contestada dentro do partido e as pesquisas apontam como favorito da centro-direita seu principal rival nas primárias, Alain Juppé.



sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Irã assina acordos bilionários com a França


Acordos bilaterais definem a compra de 118 aviões de passageiro da Airbus, a comercialização de petróleo e o retorno da Peugeot ao Irã. Em Paris, presidente iraniano foi recebido com honras militares.

O presidente iraniano, Hassan Rouhani, assinou 20 acordos bilaterais, sendo nove deles comerciais, que podem movimentar até 30 bilhões de euros, durante seu encontro com o homólogo francês, François Hollande, nesta quinta-feira (28/11), em Paris.

"Uma nova era nas nossas relações começa hoje", afirmou Hollande, em uma coletiva de imprensa em conjunto com o presidente iraniano.

"Vamos esquecer o ressentimento. Estamos prontos para virar a página e estabelecer uma nova relação", disse Rouhani, que foi recebido em Paris com honras militares. O iraniano também garantiu que o país cumprirá o que foi determinado no acordo nuclear assinado com as potências mundiais, mas, ressaltou que o outro lado deve suspender as sanções.

Os acordos bilaterais assinados em diversos setores, como transporte, saúde e agricultura, prevêem acompra de 118 aviões de passageiro da Airbus pela Iran Air, além do retorno da montadora Peugeot para o Irã e a venda de petróleo. A empresa automobilística pretende produzir 200 mil carros por ano no país.

A visita do iraniano levou ainda centenas de pessoas às ruas da capital francesa, que protestaram contra violações de direitos humanos cometidas no Irã. Hollande afirmou que tocou nesse tema durante o encontro que teve com Rouhani e disse que lembrou ao colega o compromisso da França com os direitos humanos.

A Síria também foi tema da reunião dos líderes. Rouhani, aliado do presidente Bashar al-Assad, disse que cabe aos sírios tomar as decisões sobre o seu país. "O problema da Síria não é a questão das pessoas, mas o terrorismo e o 'Estado Islâmico'", ressaltou.

Com o adiamento das negociações de paz entre governo e oposição da Síria, prevista para terem começado na segunda-feira, Hollande pediu que a conversa seja iniciada o mais breve possível. "Precisamos urgentemente colocar em prática medidas humanitárias e negociar a transição política", ressaltou o francês.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016


Avalanche atinge grupo de alunos de esqui nos Alpes franceses

   


























Jornalista da BBC registrou buscas no local do acidente, na França© Foto: Tim Rhodes/BBC Jornalista da BBC registrou buscas no local do acidente, na França
Uma avalanche atingiu um grupo de alunos de esqui nos Alpes franceses, matando um garoto de 14 anos, um turista ucraniano e deixando outras cinco pessoas desaparecidas, segundo a imprensa do país.
Equipes de resgate encontraram quatro alunos em estado de parada cardíaca e seu professor inconsciente, afirmaram policiais à imprensa local.
Um grupo de nove estudantes e o instrutor esquiavam em uma pista que estava fechada na área do Les Deux Alpes, segundo o site do jornal Le Dauphine.
A equipe de resgate está usando cães e helicópteros nas buscas, informou a rádio France Bleu.
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O jornalista Tim Rhodes, da BBC, está no local e relatou, no Twitter, o resgate de uma pessoa.
Testemunhas do acidente afirmaram à rádio que é provável que a avalanche tenha sido desencadeada pelo fato de o grupo estar esquiando na área.
A pista Bellecombe, onde houve o desmoronamento, é situada em uma parte particularmente congelada na face norte da montanha, afirmou a emissora de rádio. Ela é considerada nível preto – o mais difícil para esquiadores.
Grandes quantidades de neve caíram sobre os Alpes franceses após um relativo período de seca, aumentando o risco de avalanches, afirmou a agência de notícias AFP

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Atentados em Paris causam horror e comoção em todo o mundo

Christian Hartmann/Reuters
Equipe de bombeiros próximos ao Bataclan, casa de shows onde eram mantidos reféns em Paris
Equipe de bombeiros próximos ao Bataclan, casa de shows 
onde eram mantidos reféns em Paris
Da AFP

A série de atentados terroristas sem precedentes que deixou mais de 100 mortos nesta sexta-feira em Paris e na região metropolitana causou horror e comoção em todo o mundo, e vários dirigentes enviaram sua mensagem de apoio ao presidente e povo franceses.
O secretário-geral das Nações Unidas Ban Ki-moon condenou "os desprezíveis ataques terroristas realizados em Paris e apresentou suas condolências às famílias das vítimas", segundo seu porta-voz.
O presidente Barack Obama também condenou energicamente o que chamou de "atentado contra toda a humanidade" e uma "tentativa ultrajante de aterrorizar civis".
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"Trata-se de um ataque não só contra os franceses, mas contra toda a humanidade e contra os valores que compartilhamos". Obama também disse que os Estados Unidos "trabalharão com a França para levar os terroristas à justiça" e lembrou que, quando ataques desse tipo acontecem, sempre se pode contar com os franceses.
O secretário de Estado de Obama, John Kerry, qualificou os atentados de "ataque contra a nossa humanidade comum".
"Estamos esta noite ao lado do povo francês, como nossos povos sempre estiveram lado a lado nas horas mais obscuras. Estes ataques terroristas não farão mais que reforçar nossa determinação comum" - escreveu Kerry em um comunicado em Viena, onde deve participar neste sábado da reunião internacional sobre a guerra na Síria.
A Rússia igualmente condenou a série de "atentados atrozes" e os "assassinatos desumanos" em Paris. O presidente russo, Vladimir Putin, expressou seus pêsames, assim como o apoio e a solidariedade da Rússia ao presidente François Hollande, e ao povo francês.
Já o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, se disse "profundamente chocado" e manifestou a "solidariedade" da UE.
"Estou muito chocado com os eventos de Paris. Nós manifestamos nossa plena solidariedade com o povo da França", escreveu Juncker no Twitter
"Profundamente chocada", também foram as palavras utilizadas pela chanceler alemã, Angela Merkel, segundo um comunicado oficial.
"O governo alemão está em contato com o governo francês e demonstra a compaixão e a solidariedade do povo alemão", afirmou Merkel.
O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, expressou sua "solidariedade com seus irmãos franceses".
"A Itália está junto a seus irmãos franceses, contra o atroz ataque à Paris e à Europa", disse Renzi em sua conta Twitter. Roma convocou um comitê nacional de segurança no sábado pela manhã.
"A Europa, atingida em seu coração, saberá reagir à barbárie", acrescentou
O chefe do governo espanhol, Mariano Rajoy, manifestou ao primeiro-ministro francês Manuel Valls a solidariedade da Espanha.
Rajoy conversou por telefone com Valls para expressar "suas condolências (...), toda sua solidariedade".
Na Turquia, o presidente Recep Tayyip Erdogan pediu um "consenso da comunidade internacional contra o terrorismo".
"Enquanto país que conhece perfeitamente os métodos e as consequências do terrorismo, compreendemos perfeitamente o sofrimento que a França vive atualmente", acrescentou.
O Canadá também expressou sua solidariedade para com a França.
"O Canadá está com a França neste tempo sombrio e oferece toda a assistência possível", declarou o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau.
"Consternada pela barbárie terrorista, expresso meu repúdio à violência e minha solidariedade para com o povo e o governo francês", declarou a presidente brasileira Dilma Rousseff em sua conta no Twitter.
O prefeito de Nova York, que entrou em estado de alerta preventivo em função dos atentados de Paris, também exprimiu sua solidariedade.
"Os nova-iorquinos ficaram inconsoláveis de ver nossa cidade-irmã de Paris ser atingida por essa violência sem sentido".
Tópicos: Terrorismo, Ataques terroristas, Europa, França, Países ricos, Paris, Metrópoles globais

Ataques terroristas em Paris deixam dezenas de mortos; há reféns

Três tiroteios foram registrados em diferentes pontos da cidade.
Explosões aconteceram perto de estádio onde jogam França e Alemanha.

Do G1, em São Paulo

Explosões ocorreram próximo ao Stade de France, em Paris, na noite de sexta (13), durante um jogo entre as seleções da França e Alemanha. Além disso, três tiroteios simultâneos deixaram 42 mortos e dezenas de feridos em outros pontos da cidade, segundo a polícia parisiense. Há ainda 100 reféns em uma casa noturna. A rede de TV francesa BFM, citada pela CNN, diz que os mortos são 60.
O presidente francês, François Hollande, afirmou em declaração em rede nacional que está declarado estado de emergência em toda a França e que as fronteiras serão fechadas.
Em Paris, os hospitais entraram em "Plano Branco", um estado de emergência e crise, segundo o "Le Monde". Cinco linhas de metrô tiveram seus serviços interrompidos.
VALE ESTE - Ataques terroristas em Paris deixam mortos; houve explosões e há reféns (Foto: Arte/G1)
A polícia confirmou ainda que há 100 reféns na casa de espetáculos Bataclan, no boulevard Voltaire, no 11º arrondissement. Estão sendo mantidas no local pessoas que assistiam a um show da banda Eagles of the Death Metal.
Segundo um dos jornalistas do "Libération", que cita um policial no local, um homem no interior do Bataclan teria explosivos.
O jornal também citou o relato de um jornalista da "Europe1", que estava no interior do Bataclan nesta noite: "Vários indivíduos armados entraram no meio do show", afirmou. "Dois ou três indivíduos não mascarados entraram com armas automáticas do tipo kalachnikov e começaram a atirar no público". O jornalista disse, ainda, que a ação durou de 10 a 15 minutos e que os atiradores eram jovens.
Ao jornal "Le Figaro", uma testemunha contou que viu dois homens armados entrarem no Bataclan. "Eles estavam armados, vestidos normalmente: eles atiraram no exterior e no interior da sala", afirmou a testemunha.
O jornalista francês Erwan Desplanques afirmou, em sua conta to Twitter, que um amigo que conseguiu escapar do Bataclan disse que havia cinco ou seis atiradores no local e que eles mencionaram a Síria.
A polícia emitiu um alerta, pedindo que os parisienses não deixem suas casas, "a não ser em caso de absoluta necessidade". Lugares públicos devem reforçar a segurança nas entradas e acolher aqueles que estiverem em necessidade. A polícia também ordenou que se interrompam as manifestações e eventos em áreas externas.

- Explosões próximo ao Stade de France, em Paris, durante jogo entre as seleções da França e Paris

- Três tiroteios aconteceram em outros pontos da cidade

- A policia parisiense afirmaram que há 42 mortos, dezenas de feridos em outros pontos da cidade e 100 reféns na casa noturna Bataclan

- Segundo a jornalista Carolina Cimenti, houve tumulto para que as pessoas deixassem o estádio e espera por orientações

- Segundo o jornal “Le Figaro”, uma testemunha contou que viu dois homens entrarem armados no Bataclan

- Obama se pronuncia a favor da França dizendo que  EUA estão prontos para ajudar a França a "responder" ao ocorrido
- O presidente da França, François Hollande, declarou em rede nacional que está estado de emergência em toda o país e que as fronteiras serão fechadas

- Segundo a assessoria do Itamaraty, a cônsul do Brasil em Paris, Maria Edileuza Reis, não informou sobre nenhum brasileiro ferido nos atentados


Segundo a BBC, um homem usando uma arma automática abriu fogo no restaurante Petit Cambodge no 10º arrondissement, deixando ao menos sete feridos. De acordo com o "Liberation" e a rede de TV CNN, há "diversos mortos". A Reuters afirma que duas pessoas morreram ali.
O presidente da França, François Hollande, fala sobre os ataques simultâneos em Paris (Foto: Reprodução/Reuters)O presidente da França, François Hollande, fala sobre os ataques simultâneos em Paris (Foto: Reprodução/Reuters)
Um repórter do "Liberation" que está no local diz ter visto ao menos quatro corpos no chão. Já o repórter da BBC contou dez pessoas deitadas, sem conseguir identificar se estariam mortas ou feridas. Diversas ambulâncias já chegaram.
Um segundo tiroteio teve como cenário o bar "Le Carillon", segundo o Liberation. Na sequência, outro tiroteio foi registrado no 11º arrondissement.
A BBC, o Liberation e o "Le Monde" afirmam também que houve três explosões do lado de fora do Stade de France, mas a polícia ainda não informou se há feridos no local. O presidente francês, François Hollande, foi retirado do estádio por segurança e está na sede do Ministério do Interior, onde acompanha o caso e participa de uma reunião de emergência.
Após o final do jogo, o público começou a ser liberado lentamente.
O presidente americano Barack Obama fez um pronunciamento em que disse que a situação é “ultrajante” e que os EUA farão o que for possível para ajudar a França. “Faremos o que for necessário pra trabalhar com os franceses e as nações ao redor do mundo para buscar justiça”, disse. “Não quero especular no momento quem é o responsável até que sejamos informados pelas autoridades francesas que a situação está sob controle”. Obama disse ainda que o que aconteceu foi "um ataque contra toda a humanidade".
"Aqueles que acham que podem aterrorizar o povo da França e os valores que eles representam estão errados", afirmou Obama, dizendo que os EUA estão prontos para ajudar a França a "responder" ao ocorrido.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, escreveu em seu Twitter uma mensagem em que diz: "Estou chocado pelos eventos em Paris nesta noite. Nossos pensamentos e orações estão com os franceses. Faremos o que for possível para ajudar".
Segundo a Reuters, oficiais de segurança dos Estados Unidos acreditam que os ataques de Paris sejam coordenados. Já o vice-prefeito de Paris afirmou que ainda é cedo para saber se os ataques foram coordenados, mas que isso não pode ser descartado.
p://glo.bo/1WX4OAR

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Ondas fracas adiam etapas finais pelo 3º dia seguido na França

ESPN.com.br com agência Gazeta Press
Divulgação
Previsão indica que competição retorne nesta quinta-feira
Previsão indica que competição retorne nesta quinta-feira
Pelo terceiro dia consecutivo, as condições não foram as ideais no mar de Hossegor, na França, onde acontece a nona e antepenúltima etapa do Mundial de surfe 2015 (WCT). A quarta-feira amanheceu com ondas pequenas e, por isso, a organização do evento decidiu adiar as baterias de quartas e semifinais do masculino e feminino, respectivamente.
No entanto, a previsão diz que as condições climáticas serão boas durante toda a quinta-feira graças à chegada de um novo swell (ondulações). Com isso, são grandes as chances de que a etapa francesa tenha seu campeão conhecido nesse dia.
Três brasileiros seguem vivos na briga. Vice-líder do ranking mundial, Adriano de Souza, o Mineirinho, disputará a segunda bateria do dia contra o australiano Owen Wright. Mas antes dele, o potiguar Ítalo Ferreira enfrentará Julian Wilson, também da Austrália. Por fim, na última série de quartas de final, Gabriel Medina, que busca reagir no campeonato, terá o havaiano John John Florence.
Já o líder do ranking e principal adversário de Mineirinho na briga pelo título mundial, o tricampeão Mick Fanning, será desafiado pelo compatriota Bede Durbidge na segunda bateria.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Cissé e mais três são presos na França por suspeita de extorquir meia Valbuena

Reuters
PARIS (Reuters) - A polícia francesa prendeu quatro pessoas em uma investigação sobre uma possível tentativa de extorquir o meia titular da seleção francesa Mathieu Valbuena, usando gravações com cenas de sexo, disse uma autoridade policial nesta terça-feira.
Entre os quatro que estão sendo mantidos sob custódia após prisões em Paris e Marselha está Djibril Cissé, ex-atacante da seleção francesa, disse a autoridade.
Cissé foi preso porque conhecia os outros envolvidos, mas não é suspeito de participação ativa.
A tentativa de extorsão envolvia gravações de cenas de sexo feitas por um celular, disse a autoridade, que pediu para não ser identificada, prática comum na França para autoridades policiais que não possuem um papel como porta-voz.
Valbuena, de 31 anos, joga pelo Olympique de Lyon, da primeira divisão francesa, e pela seleção nacional.
(Reportagem de Sophie Louet)